Thabatta TRANScendeu o lugar que tentaram lhe impor.

O mundo se TRANSformou.

É cada vez mais possível TRANScender o limite imposto pelos outros.

Porque já não basta apenas TRANSitar entre aqueles que antes marginalizavam o diferente. Nem muito menos TRANSpor portas que um dia pareceram fechadas.

É preciso TRANSformar.

Ou melhor: TRANSfigurar.

Provar que uma TRANSição vai muito além do que os olhos podem ver. Que é algo muito mais TRANSversal do que um simples corpo.

Mas também é preciso TRANSmitir tudo isso.

E uma TRANS tem conseguido.

No TRANScurso de uma carreira que começou tão alta quanto um tamborete e que a TRANSportou de uma Carnaúba até Natal.

Uma história que também é TRANSgeracional.

Que passa de uma genitora para uma filha que se TRANSformou e que também se TRANSforma em mãe.

O que se leva de tudo isso é muito maior do que se pode TRANScrever.

É algo que precisa TRANSbordar.

E Thabatta conseguiu.

TRANSmutou o preconceito em força. O estranhamento em presença. A resistência em representatividade.

E agora TRANSforma também a história da política.

Thabatta Pimenta foi eleita a primeira mulher trans deputada federal do Nordeste.

Uma vitória que não cabe apenas em um número de votos.

É uma vitória de quem precisou TRANSpor muito mais do que barreiras eleitorais para chegar até aqui.

De quem precisou TRANScender o lugar que muitos imaginaram que deveria ocupar.

De quem fez da própria história uma forma de abrir caminho para outras.

E Thabatta vai forte.

Com TRANSversalidade. Com história. Com representatividade.

E que se preparem.

Porque uma Pimenta TRANS nos outros pode não ser refresco.

Thabatta e o irmão e filho Ryan (Reprodução/redes sociais)

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